"Masters of the Universe": da infância no Xou da Xuxa às telonas

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Se você cresceu nos anos 80 ou início dos anos 90, provavelmente também viveu esse momento: ligar a televisão para assistir ao Xou da Xuxa e, entre tantos desenhos inesquecíveis, encontrar um herói de cabelos loiros, espada em punho e uma frase que marcou gerações:

"Pelos poderes de Grayskull... Eu tenho a força!"

Foi assim que conheci He-Man and the Masters of the Universe.

Era muito mais do que um desenho. Era uma aventura diária em que o Príncipe Adam se transformava em He-Man para defender o Castelo de Grayskull das investidas do terrível Skeleto.

Anos se passaram...

A adolescência ficou guardada nas lembranças, mas a emoção voltou ao assistir ao novo filme Masters of the Universe.

É impossível não comparar as duas versões. O desenho tinha aquele charme característico da animação dos anos 80, com mensagens sobre coragem, amizade e responsabilidade. Já o filme, aposta em efeitos visuais grandiosos, cenas de ação e uma nova leitura desse universo que conquistou milhões de fãs.

Naturalmente, algumas mudanças dividem opiniões. Afinal, quem cresceu com o desenho guarda um carinho enorme pelos personagens originais. Ainda assim, ver Etérnia ganhar vida novamente desperta uma sensação muito especial: a de reencontrar uma parte da nossa própria infância e adolescência.

Talvez seja justamente esse o maior poder de He-Man.

Mais do que levantar uma espada, ele nos faz levantar lembranças.

E, por alguns instantes, voltamos a ser crianças, adolescentes sentados diante da televisão, esperando o momento em que ouviríamos, mais uma vez:

"Eu tenho a força!"

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